quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Diary, paper two

15 de Setembro

Era bem mais difícil eu me relacionar com uma menina quem dera com um menino, sempre tina alguém me encarando e cochichando com o amigo do lado, eu me sentia excluída, sentia que eu era uma estranha e que agora que meus pais, as únicas pessoas que realmente se importavam comigo não estavam mais aqui pra me consolar, ninguém mais consolaria, ninguém mais se importaria e agora, ninguém mais ligava pra mim. Meus pais queriam me ver crescer e queria ver-me sendo feliz, com meus amigos com um futuro amor e um futuro brilhante que meu pai sempre disse que eu teria, as minha amigas agora devem estar viajando, já que eu tive que alem de mudar de escola, mudar de cidade, agora eu moro longe delas e mal falo com as mesmas. Eu estou na sala de Biologia esperando bater o sinal e aproveitei pra escrever, preciso desabafar com alguém como disse na folha anterior, preciso me sentir confortável com essa nova vida. Duas garotas acabaram de entrar, elas entraram rindo e abraçadas, acabei me lembrando da minha amiga que foi fazer intercambio, nós éramos inseparáveis, uma garotas com as mãos no bolso entrou logo depois das duas garotas alegres, o sinal bateu agora, as três garotas estão vindo à minha direção, depois falo com você diário, espero que eu me acostume logo.

                                                                                        Melody T.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Diary, paper one

14 de Setembro

Meu nome é Melody Thompson,tenho 16 anos ,estou escrevendo este diário por causa da morte dos meus pais,e assim tenho com quem desabafar.
Foi em uma segunda-feira,eu estava voltando do colégio e os meus pais saíram de casa no momento em que entrei em casa, se passaram algumas horas e recebi um telefonema avisando a tragédia, meus pais haviam sofrido um acidente de carro. Desde então estou morando com minha tia que, aqui entre nós, ela me odeia e vise versa. Eu não gosto de passar pelos corredores obscuros do colégio e ver gente com cara de pena me encarando, gente que nem sabia da minha existência agora tentando me consolar, isso devia ser bom mas esta sendo sufocador, como se eu estivesse obrigando todos de serem meus amigos, forçando eles a me ajudarem, sendo que eu não preciso de ajuda. Minha tia esta fazendo de tudo para que eu viva uma vida normal de adolescente, com vida normal eu quero dizer “viver a vida da filha dela” e eu não gosto dela, nada contra, só não me dou bem, estou tentando me enturmar mas isso parece ser coisa de gente de outro planeta, eu sou meio nova no colégio já que minha tia fez questão de me trocar de colégio, obvio, pra “melhorar” tudo, estou indo dormir agora, amanha tenho aula, ate mais diário

                                                     Melody T.